A suplente de senadora e ex-prefeita de Sinop, Rosana Martinelli, voltou a defender com firmeza um dos projetos mais estratégicos para o desenvolvimento do país: a Ferrogrão.
Para ela, o Brasil precisa avançar em infraestrutura para acompanhar sua força produtiva. “O Brasil que produz precisa de infraestrutura que acompanhe seu potencial. A Ferrogrão é essencial para destravar o desenvolvimento de Mato Grosso, Pará e de todo o país”, afirmou.
Com cerca de 933 quilômetros de extensão, a ferrovia ligará Sinop a Miritituba, criando um novo corredor logístico para o escoamento da produção agrícola, com capacidade estimada de até 50 milhões de toneladas por ano. O projeto surge como alternativa ao transporte rodoviário, hoje predominante, que encarece o frete e reduz a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional.
Na avaliação de Rosana Martinelli, a Ferrogrão representa redução de custos, aumento da produtividade e mais competitividade para o país. “Não é só uma obra, é um caminho para o futuro”, reforça. A defesa do projeto também está ligada à sua experiência administrativa. Durante sua gestão à frente da Prefeitura de Sinop, entre 2017 e 2020, enfrentou desafios como a pandemia, instabilidades políticas nacionais e dificuldades na relação com o governo estadual, mas destaca que, mesmo diante desse cenário, conseguiu manter a economia ativa e atrair investimentos importantes.
Entre os resultados citados por ela estão a chegada de grandes empreendimentos que impulsionaram a economia local, fortalecendo o setor industrial e gerando empregos. “Enfrentamos a pandemia, mudanças de governo e falta de apoio, mas mantivemos o comércio firme e trouxemos empresas importantes que hoje geram milhares de empregos. Precisamos continuar fortalecendo o agro e as indústrias”, destacou.
Para Rosana Martinelli, o desenvolvimento de regiões produtivas passa diretamente por investimentos em infraestrutura. A Ferrogrão, nesse contexto, é vista como uma obra estratégica não apenas para Mato Grosso, mas para todo o Brasil, ao integrar regiões produtoras aos portos do Norte, reduzir gargalos logísticos históricos e ampliar a competitividade nacional.
Mesmo com o reconhecimento da importância do projeto, a ferrovia ainda enfrenta entraves e precisa avançar para sair do papel. A posição defendida por Rosana é de urgência. “Seguimos firmes: é hora de tirar do papel”, concluiu.
A Ferrogrão, mais do que uma obra de infraestrutura, representa uma oportunidade concreta de transformar o potencial produtivo do Brasil em desenvolvimento real, geração de empregos e crescimento sustentável.